<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><!-- generator="FeedCreator 1.7.2-ppt (info@mypapit.net)" --><rss version="2.0">    <channel>        <title>Noergologia, a visão do mundo no século 21</title>        <description><![CDATA[Noergologia é o Paradigma emergente das Ciências Humanas. Seus axiomas são: Ser humano é intencional; Pensamento-cérebro é sistema ativo e criador; cientista é holocentrado; Imaginação ativa e criadora é a qualidade humana mais essencial.]]></description>        <link>http://noergologia.blogcindario.com/</link>        <lastBuildDate>Tue, 30 Jun 2009 12:42:19 +0100</lastBuildDate>        <generator>FeedCreator 1.7.2-ppt (info@mypapit.net)</generator>        <item>            <title>PENSAMENTO EPISTEMOLÓGICO DA NOERGOPEDAGOGIA</title>            <link>http://noergologia.blogcindario.com/2009/06/00003-pensamento-epistemologico-da-noergopedagogia.html</link>            <description><![CDATA[<meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type" /><meta content="Word.Document" name="ProgId" /><meta content="Microsoft Word 11" name="Generator" /><meta content="Microsoft Word 11" name="Originator" /><link href="file:///C:\DOCUME~1\ADMINI~1\CONFIG~1\Temp\msohtml1\01\clip_filelist.xml" rel="File-List" /><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument>  <w:View>Normal</w:View>  <w:Zoom>0</w:Zoom>  <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone>  <w:PunctuationKerning />  <w:ValidateAgainstSchemas />  <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid>  <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent>  <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText>  <w:Compatibility>   <w:BreakWrappedTables />   <w:SnapToGridInCell />   <w:WrapTextWithPunct />   <w:UseAsianBreakRules />   <w<img style="border:0px;width:15px;height:15px;padding:0px;margin:0px;background:none;"  src="http://miarroba.st/caretos/lol.gif" alt="Muchas risas" title="Muchas risas" />ontGrowAutofit />  </w:Compatibility>  <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> </w:WordDocument></xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"> </w:LatentStyles></xml><![endif]--><style>&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Baskerville Old Face";	panose-1:2 2 6 2 8 5 5 2 3 3;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:3 0 0 0 1 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-parent:"";	margin:0cm;	margin-bottom:.0001pt;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:12.0pt;	font-family:"Times New Roman";	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";}@page Section1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:2.0cm 3.0cm 53.95pt 3.0cm;	mso-header-margin:35.45pt;	mso-footer-margin:35.45pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;</style><!--[if gte mso 10]><style> /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable	{mso-style-name:"Tabela normal";	mso-tstyle-rowband-size:0;	mso-tstyle-colband-size:0;	mso-style-noshow:yes;	mso-style-parent:"";	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;	mso-para-margin:0cm;	mso-para-margin-bottom:.0001pt;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:10.0pt;	font-family:"Times New Roman";	mso-ansi-language:#0400;	mso-fareast-language:#0400;	mso-bidi-language:#0400;}</style><![endif]--><p align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;"><strong><span style="font-family: Arial; color: black;">PENSAMENTOEPISTEMOL&Oacute;GICO DA NOERGOPEDAGOGIA</span></strong></p><p align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; color: black;">Noergologista Denize Teresinha Sucharski*</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: Arial; color: black;">&nbsp;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">No ano de 1986, em Veneza,a UNESCO reuniu um grupo de pensadores, cujo intuito era questionar valoresatuais e apresentar solu&ccedil;&otilde;es para um futuro adequado &agrave;s novas exig&ecirc;ncias damodernidade. Sob o t&iacute;tulo de <em>&ldquo;A Ci&ecirc;nciaDiante das Fronteiras do Conhecimento&rdquo; </em>o grupo apresentou o resultado quemerece a aten&ccedil;&atilde;o de todos os que se empenham para produzir mudan&ccedil;as em todos osaspectos nas sociedades humanas.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">Declara-se ent&atilde;o, neste documento,a necessidade de uma REVOLU&Ccedil;&Atilde;O tal qual j&aacute; aconteceu nas ci&ecirc;ncias fundamentais <em>&ldquo;devido &agrave; transforma&ccedil;&atilde;o que ela traz &agrave;l&oacute;gica, &agrave; epistemologia e tamb&eacute;m, atrav&eacute;s das aplica&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas, &agrave; vidade todos os dias&rdquo;. </em>Assim &eacute; constatado um choque de paradigma, o novo mundosendo visto com lentes que se utilizavam para olhar o velho mundo, <em>&ldquo;nova vis&atilde;o do mundo que emerge do estudodos sistemas naturais e os valores que ainda predominam na filosofia, nasci&ecirc;ncias do homem e na vida da sociedade moderna. Pois estes valores baseiam-seem grande parte no determinismo mecanicista, no positivismo ou no niilismo&rdquo;</em>.O enfoque &eacute; dram&aacute;tico que afirma<em>:&ldquo;Sentimos esta defasagem como fortemente nociva e portadora de grandes amea&ccedil;asde destrui&ccedil;&atilde;o de nossa esp&eacute;cie&rdquo;.</em> Todo o conte&uacute;do deste documento sugere queas ci&ecirc;ncias iniciem seu momento de revis&atilde;o de paradigma, que se comece a pensarem &ldquo;novas formas de conhecimento&rdquo;, sugerindo um enfoque transdisciplinar pelautiliza&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica pensamento-c&eacute;rebro, de ambos os hemisf&eacute;rios do c&eacute;rebro,enfatizando a import&acirc;ncia tamb&eacute;m da imagina&ccedil;&atilde;o e concomitantemente, eliminandoo endeusamento do racioc&iacute;nio l&oacute;gico, </span><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: black;">&ldquo;Reconhecemos a urg&ecirc;nciada busca de novos m&eacute;todos de educa&ccedil;&atilde;o que levem em conta os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia,que agora se harmonizam com as grandes tradi&ccedil;&otilde;es culturais, cuja preserva&ccedil;&atilde;o eestudo aprofundado parecem fundamentais&rdquo;.</span></em></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">A Noergologia, paradigmaemergente das ci&ecirc;ncias humanas, (Bettoni, 1999), cuja proposta basilar &eacute;possibilitar ao cientista ser holocentrado, isto &eacute;, ultrapassando o meroconceito de homem, do status de mero expectador de si mesmo, um elementopassivo, n&atilde;o construtor de seu pr&oacute;prio destino, para um ser ativo e criador desi pr&oacute;prio, ou seja, altamente intencional e criativo, abrindo frente a uma <strong>nova proposta de m&eacute;todo na educa&ccedil;&atilde;o</strong>,como sugere o item quarto da &ldquo;Declara&ccedil;&atilde;o de Veneza&rdquo;, a <strong>Noergopedagogia. </strong>A Noergopedagogia, jun&ccedil;&atilde;o das palavras gregas (<em>nous, </em>intelig&ecirc;ncia, ou atividade dointelecto ou da raz&atilde;o em oposi&ccedil;&atilde;o aos sentidos materiais, pensamento), <em>em+ergon</em> (em atividade), <em>logos</em> (raz&atilde;o), resultando no estudo damente ativa e criadora e a pr&oacute;pria </span><span lang="PT" style="font-family: Arial; color: black;">palavra <em>Pedagogia</em> que tem origem na Gr&eacute;cia antiga, <em>paid&oacute;s</em> (crian&ccedil;a) e <em>agog&eacute;</em>(condu&ccedil;&atilde;o), obteremos a etmologia da palavra explicitando o sentido que representapara nossos dias uma vis&atilde;o ecossistemica das ci&ecirc;ncias humanas.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">Este novo paradigma danoergologia n&atilde;o est&aacute; isolado, acompanha o pensamento sist&ecirc;mico que desponta dasmentes de vanguarda que discutem uma nova proposta filos&oacute;fica para o homemmoderno. <span>Humberto R. Maturana</span>,Ph.D. em Biologia (Harvard, 1958)<span>&nbsp; </span>e <span>Francisco J. Varela</span> Ph.D. em Biologia(Harvard, 1970), ambos chilenos, j&aacute; discorrem sobre novas formas de ver aeduca&ccedil;&atilde;o. Escreveram livros sobre &ldquo;a biologia da cogni&ccedil;&atilde;o&rdquo;, entre outras id&eacute;iassobre este assunto, eles criaram o termo <em>&ldquo;autopoiese</em>&rdquo;que j&aacute; ultrapassou em muito o dom&iacute;nio da biologia. Hoje, ela &eacute; utilizada emcampos t&atilde;o diversos como a sociologia, administra&ccedil;&atilde;o, e muitos outros. SegundoHumberto Mariotti (1999), ao definir o termo &ldquo;autopoiese&rdquo;, afirma:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 17pt 0.0001pt 19.85pt; text-align: justify;"><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: black;">Autopoiese. </span></em><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: black;">Poiesis</span></em><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: black;"> &eacute; um termo grego que significa produ&ccedil;&atilde;o. Autopoiese querdizer autoprodu&ccedil;&atilde;o. A palavra surgiu pela primeira vez na literaturainternacional em 1974, num artigo publicado por Varela, Maturana e Uribe, paradefinir os seres vivos como sistemas que produzem continuamente a si mesmos.Esses sistemas s&atilde;o autopoi&eacute;ticos por defini&ccedil;&atilde;o, porque recomp&otilde;em, de maneiraincessante, os seus componentes desgastados. Pode-se concluir, portanto, que umsistema autopoi&eacute;tico &eacute; ao mesmo tempo produtor e produto.</span></em></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">Maturama e Varelacompreendem a vida como um processo de conhecimento, esta &eacute; a sua tese central:&ldquo;vivemos no mundo e por isso fazemos parte dele; vivemos com os outros seresvivos, e, portanto compartilhamos com eles o processo vital. Afirmam que sequisermos um mundo melhor precisaremos faz&ecirc;-lo.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">Edgar Morin, fil&oacute;sofo esoci&oacute;logo Frances, em 1999, por iniciativa da UNESCO, foi solicitado paraapresentar um conjunto de id&eacute;ias que representassem reflex&otilde;es sobre a educa&ccedil;&atilde;opara o S&eacute;culo XXI, o resultado foi o livro. &ldquo;Os Sete Saberes &agrave; Educa&ccedil;&atilde;o doFuturo&rdquo;, como o autor mesmo se refere no pr&oacute;logo, </span><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: black;">&ldquo;pretende&uacute;nica e essencialmente, expor problemas centrais ou fundamentais que permanecemtotalmente ignorados ou esquecidos e que s&atilde;o necess&aacute;rios para se ensinar nopr&oacute;ximo s&eacute;culo</span></em><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: black;">&rdquo;.</span><span style="font-family: Arial; color: black;"></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">Os sete saberes, segundoMorin (2002), resumidamente representam um olhar cr&iacute;tico e sugere o ensino e oeducando como metas principais a serem atingidas: As cegueiras do conhecimento:o erro e a ilus&atilde;o; Os princ&iacute;pios do conhecimento pertinente; Ensinar a condi&ccedil;&atilde;ohumana; Ensinar a identidade terrena; Enfrentar as incertezas; Ensinar acompreens&atilde;o; A &eacute;tica do g&ecirc;nero humano</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">&nbsp;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial; color: black;">AS CEGUEIRAS DO CONHECIMENTO</span></span></strong><span style="font-family: Arial; color: black;">: O erro e a Ilus&atilde;o</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">Sobre o erro e a ilus&atilde;o,basicamente Morin sugere jamais afastar o erro do processo de aprendizado,primeiro conhecer o que &eacute; conhecer:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 17pt 0.0001pt 19.85pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: black;">&ldquo;<em>De fato o conhecimento n&atilde;o pode ser considerado uma ferramenta readymade, que pode ser utilizada sem que sua natureza seja examinada. Da mesmaforma, o conhecimento do conhecimento, deve aparecer como necessidade primeira,que serviria de prepara&ccedil;&atilde;o para enfrentar os riscos permanentes de erro eilus&atilde;o, que n&atilde;o cessam de parasitar a mente humana Trata-se de armar cada menteno combate vital rumo &agrave; ilus&atilde;o. &Eacute; necess&aacute;rio introduzir e desenvolver naeduca&ccedil;&atilde;o, o estudo das caracter&iacute;sticas cerebrais, mentais, culturais dosconhecimentos humanos, de seus processos e modalidades, das disposi&ccedil;&otilde;es tantops&iacute;quicas quanto culturais que o conduzem ao erro e &agrave; ilus&atilde;o&rdquo;. 2002, pag. 14</em></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">A Noergopedagogia <strong><span style="text-decoration: underline;">compreende o erro</span></strong> comoferramenta pedag&oacute;gica, considera o aprendizado uma rela&ccedil;&atilde;o entre a experi&ecirc;nciae a percep&ccedil;&atilde;o do educando. Assim toda a informa&ccedil;&atilde;o recebida sofre <strong><span style="text-decoration: underline;">in&uacute;meras varia&ccedil;&otilde;es de significado</span></strong>,isso se d&aacute; porque s&atilde;o infinitas as interpreta&ccedil;&otilde;es que um indiv&iacute;duo pode criar noseu sistema pensamento-c&eacute;rebro. <span>&nbsp;</span>Noergopedagogia compreende o homem na suatotalidade complexa. Percep&ccedil;&atilde;o e aprendizagem s&atilde;o hoje objetos de estudo da Noergologia,que define o aprendizado como resultado de conex&otilde;es neuronais programadas pelosistema no&eacute;rgico, particularmente pela imagina&ccedil;&atilde;o conectando ingredientesformadores do sistema pensamento-c&eacute;rebro. A Noergologia, ci&ecirc;ncia que deu origema esta nova proposta pedag&oacute;gica, prop&otilde;em nesse processo a forma&ccedil;&atilde;o de novasmem&oacute;rias, que possibilitar&atilde;o novas percep&ccedil;&otilde;es efetivando, por conseguinte novoscomportamentos.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">As diverg&ecirc;nciasperceptivas devem ser estudadas com afinco pelos novos pesquisadores dasci&ecirc;ncias cognitivas e dever&atilde;o substituir os conceitos ultrapassados de &ldquo;D&eacute;ficitde aten&ccedil;&atilde;o&rdquo; que al&eacute;m de criar um abismo entre o ensino e a aprendizagemtransforma o educando num ser portador de psicopatologias inexistentes como j&aacute;afirmam muito neurologistas e psiquiatras organog&ecirc;nicos da vanguarda.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">&nbsp;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial; color: black;">OS PRINC&Iacute;PIOS DO CONHECIMENTO PERTINENTE</span></span></strong></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">A import&acirc;ncia dadesfragmenta&ccedil;&atilde;o dos conte&uacute;dos sugere que seja substitu&iacute;do por um modo capaz deaprender os objetos em seu contexto, sua complexidade e seu conjunto. Ficanot&oacute;rio que Morin faz uma tentativa de aproximar o ensino da verdadeiranatureza humana do educando, como lemos a seguir:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 17pt 0.0001pt 19.85pt; text-align: justify;"><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: black;">&ldquo;&Eacute; necess&aacute;rio desenvolver a aptid&atilde;o natural do esp&iacute;ritohumano, para situar todas essas informa&ccedil;&otilde;es em um contexto em um conjunto. &Eacute;preciso <strong>ensinar os m&eacute;todos </strong>(grifonosso), que permitam estabelecer as rela&ccedil;&otilde;es m&uacute;tuas e as influ&ecirc;ncias rec&iacute;procasentre as partes e o todo, em um mundo complexo&rdquo;. 2002, pag. 14</span></em></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">A Noergopedagogia defendea vis&atilde;o do ensino onde o educando &eacute; por si s&oacute; um recurso not&aacute;vel, que det&eacute;mpotencialidades infinitas capazes de fabricar seus conhecimentos o tornandoativo e criativo, desenvolvendo-lhe a autonomia de construir seus objetivos ealmej&aacute;-los. A complexidade do ser exige que ao desejar inform&aacute;-lo de algo,deve-se entender que este indiv&iacute;duo possui uma rede de mem&oacute;rias de todas assuas atividades mentais e que uma informa&ccedil;&atilde;o isolada, poder&aacute; n&atilde;o atingir osobjetivos desejados, deve-se ent&atilde;o entender como funciona seu c&eacute;rebro e como sepode reprogram&aacute;-lo. Estudos sobre o <strong><em><span style="font-family: Arial; font-weight: normal;">hardwareorganog&ecirc;nico, isto &eacute;, sobre o sistema nervoso, </span></em></strong><strong><span style="font-family: Arial; font-weight: normal;">ou seja,a m&aacute;quina e suas fun&ccedil;&otilde;es s&atilde;o objetos de excelentes descobertas da Neuroci&ecirc;ncia,por&eacute;m, muitas vezes contaminados de passivismo. A Neuroci&ecirc;ncia descobriu que oc&eacute;rebro pode ser programado. Existem milhares de neurocientistas, ou seja, deespecialistas no <em>hardware.</em> Existem,todavia, pouqu&iacute;ssimos noergologistas, ou seja, de especialistas na programa&ccedil;&atilde;ono&eacute;rgica. A Noergologia cumpre a tarefa da corre&ccedil;&atilde;o de explica&ccedil;&otilde;es passivistaspara v&aacute;rias descobertas do <em><span style="text-decoration: underline;">hardware</span></em>.O Neurocientista &eacute; um especialista no hardware, o Noergologista &eacute; umespecialista no <em>software </em>- usando umamet&aacute;fora</span></strong></span><strong><span style="font-family: &quot;Baskerville Old Face&quot;; color: black;">. </span></strong></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">&nbsp;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial; color: black;">ENSINAR A CONDI&Ccedil;&Atilde;O HUMANA</span></span></strong></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">O terceiro saber sugereque o ensino atenda essencialmente o aprendizado sobre a condi&ccedil;&atilde;o humana:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 17pt 0.0001pt 19.85pt; text-align: justify;"><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: black;">&ldquo;O ser humano &eacute; a um s&oacute; tempo, f&iacute;sico, biol&oacute;gico, ps&iacute;quico,cultural, social, hist&oacute;rico. Esta unidade complexa da natureza humana &eacute;totalmente desintegrada na educa&ccedil;&atilde;o por meio das disciplinas, tendo se tornadoimposs&iacute;vel aprender o que significa ser humano&rdquo;. 2002, pag.15</span></em></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">Este saber reflete aproposta da Noergopedagogia que sugere novos conte&uacute;dos nas grades curricularesdos cursos de forma&ccedil;&atilde;o de educadores, tais como, an&aacute;lise paradigm&aacute;tica eIntrodu&ccedil;&atilde;o &agrave; Noergologia, revisitando os estudos sobre os sistemas fisiol&oacute;gicosdo c&eacute;rebro (&oacute;rg&atilde;os do sentido, neur&ocirc;nios, neurotransmissores, lobos cerebrais,etc.), suas fun&ccedil;&otilde;es e particularidades, &agrave; luz dos conhecimentos sobre o c&eacute;rebro(ate ent&atilde;o ignorados nos cursos de forma&ccedil;&atilde;o de educadores), observar a novavis&atilde;o de interface pensamento-c&eacute;rebro. A Neuroci&ecirc;ncia j&aacute; havia descoberta que oc&eacute;rebro pode ser programado. Noergologia descobriu como program&aacute;-lo, comoutilizar sistemicamente as atividades no&eacute;rgicas para criar e processar aorganiza&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es, ou seja, a aprendizagem.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">&nbsp;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial; color: black;">ENSINAR A IDENTIDADE TERRENA.</span></span></strong></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">O quarto saber se refere aensinar a identidade terrena, o destino do g&ecirc;nero humano, o saber de que aTerra j&aacute; foi um continente &uacute;nico, saber que a Terra &eacute; um planeta fr&aacute;gil, merececuidados e precisa de sustenta&ccedil;&atilde;o e respeito. Ensinar que n&atilde;o existe um destinonegro para o planeta e sua popula&ccedil;&atilde;o, ensinar sim, que nos determinamos ofuturo do planeta pelas escolhas do presente. Somos autores do nosso destinodentro e fora de n&oacute;s.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">&nbsp;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial; color: black;">ENFRENTAR AS INCERTEZAS</span></span></strong></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">Enfrentar as incertezas &eacute;o quinto saber, sugere o abandono das concep&ccedil;&otilde;es deterministas:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 17pt 0.0001pt 19.85pt; text-align: justify;"><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: black;">&ldquo;Seria preciso ensinar princ&iacute;pios de estrat&eacute;gias, quepermitiriam enfrentar os imprevistos, o inesperado e a incerteza, e modificarseu desenvolvimento, em virtude das informa&ccedil;&otilde;es adquiridas ao longo do tempo. &Eacute;preciso aprender a navegar num oceano de incertezas em meio a arquip&eacute;lagos decertezas&rdquo;.</span></em></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 17pt 0.0001pt 19.85pt; text-align: justify;"><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: black;">&ldquo;A f&oacute;rmula do poeta grego Eur&iacute;pedes, que data de vintes&eacute;culos, nunca foi t&atilde;o atual: &ldquo;o esperado n&atilde;o se cumpre, e ao inesperado umdeus abre o caminho&rdquo; 2002 pag. 16</span></em></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">Princ&iacute;pios de estrat&eacute;gias,esta incluso no m&eacute;todo Noergopedag&oacute;gico, quando se sugere a pr&aacute;tica de jogosinterativos, games, etc., bem como, o uso das novas tecnologias em favor daaprendizagem, desenvolvendo a criatividade, iniciativa, mem&oacute;ria, novasmem&oacute;rias, comportamento ativo e participativo, conviv&ecirc;ncia em grupo, entreoutras.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><strong><span style="font-family: Arial; color: black;">&nbsp;</span></strong></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial; color: black;">PERCEBER A COMPREENS&Atilde;O</span></span></strong></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">Nosso c&eacute;rebro &eacute; &uacute;nico.Nossas percep&ccedil;&otilde;es s&atilde;o rigorosamente &uacute;nicas e irrepet&iacute;veis. Em conseq&uuml;&ecirc;ncia, o&ldquo;outro&rdquo; &eacute; rigorosamente outro, diferente, &uacute;nico, igualmente exclusivo.Precisamos compreender que essa democr&aacute;tica diversidade de sistemas no&eacute;rgicos &eacute;um fator de enriquecimento e de vitalidade. Essa vis&atilde;o possibilita-nos aconquista de um estado de frui&ccedil;&atilde;o da diversidade humana, algo al&eacute;m da mera compreens&atilde;o.Ou seja, passaremos a degustar a ess&ecirc;ncia da democracia que &eacute; a diversidade de etnias,de religi&otilde;es, de grupos pol&iacute;ticos, cient&iacute;ficos, organizacionais e, emconseq&uuml;&ecirc;ncia, a aboli&ccedil;&atilde;o de r&oacute;tulos estigmatizantes, incluindo aqueles que eramincentivados pelas teorias do PPP &ndash; Paradigma do Passivismo Ps&iacute;quico, tais comoos psicodiagn&oacute;sticos compuls&oacute;rios, que devem ser banidos com a evolu&ccedil;&atilde;ocultural da humanidade.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">Estes princ&iacute;piosconstituem o sexto saber, segundo a proposta de Morin, ensinar a compreens&atilde;oentre tantas diferen&ccedil;as. A Noergopedagogia atende este fundamento quandoprop&otilde;em que o processo de ensino-aprendizagem seja feito de forma parceira,onde o professor &eacute; um amigo, um mediador, o ensino e a aprendizagem caminham demaneira harmoniosa e natural, n&atilde;o h&aacute; inferiores nem superiores, h&aacute;intelig&ecirc;ncias desenvolvendo conhecimento, ampliando conex&otilde;es neuronais. ANoergopedagogia defende o princ&iacute;pio do <strong>conhecimentocompartilhado.</strong></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial; color: black;"><span style="text-decoration: none;">&nbsp;</span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial; color: black;">A &Eacute;TICA DO G&Ecirc;NERO HUMANO</span></span></strong></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">O s&eacute;timo saber trata da&eacute;tica do ser humano, do ensino da cidadania em sua mais plena concep&ccedil;&atilde;o, doensino da democracia:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 17pt 0.0001pt 19.85pt; text-align: justify;"><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: black;">&ldquo;A educa&ccedil;&atilde;o deve conduzir a &ldquo;antropo-&eacute;tica&rdquo;, levando emconta o car&aacute;ter tern&aacute;rio da condi&ccedil;&atilde;o humana que &eacute; ser ao mesmo tempoindiv&iacute;duo/sociedade/esp&eacute;cie. Nesse sentido a &eacute;tica indiv&iacute;duo/esp&eacute;cie necessitado controle m&uacute;tuo da sociedade pelo indiv&iacute;duo e do indiv&iacute;duo pela sociedade, ouseja, a democracia; a &eacute;tica indiv&iacute;duo/esp&eacute;cie convoca ao s&eacute;culo XXI, acidadania terrestre&rdquo;. 2002, pag.17</span></em></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">Morin (2002) apresentou umaprofunda reflex&atilde;o sobre os problemas e solu&ccedil;&otilde;es para o ensino do s&eacute;culo XXI,deixando para pesquisadores, a concretiza&ccedil;&atilde;o de tais metas. A Noergologiaoferece a Noergopedagogia, que vem possibilitar avan&ccedil;os para atender a demandado terceiro mil&ecirc;nio &ndash; a Sociedade da Informa&ccedil;&atilde;o &ndash;, n&atilde;o se detendo emdificuldades naturais do percurso devido &agrave;s resist&ecirc;ncias <span style="text-decoration: underline;">de mentes fechadas</span>(melhor reacion&aacute;rios). Ela simplesmente sabe que o ensino vai ser elevado aon&iacute;vel que merece quando os cursos de forma&ccedil;&atilde;o de educadores se movimentarempara corajosamente <span style="text-decoration: underline;">mudar o velho paradigma</span> (n&atilde;o seria trocar deparadigma?) e <span style="text-decoration: underline;">recriar</span> (descobrir) novas maneiras de <span style="text-decoration: underline;">ensinar </span>(fortalecera aprendizagem) que atenda as reais necessidades da crian&ccedil;a que j&aacute; n&atilde;o aceitanada de forma imposta, da crian&ccedil;a que tem a informa&ccedil;&atilde;o na velocidade dainternet, que interage com outros do outro lado do mundo pelo simples apertarde um bot&atilde;o e possui um racioc&iacute;nio amplamente desenvolvido e exigente.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: Arial; color: black;">Estes pensamentos s&atilde;o compartilhadospor muitos estudiosos sobre a educa&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m, a Noergologia oferece umaproposta pedag&oacute;gica capaz de transformar a sala de aula num ambiente prazerosoe de alto rendimento <span style="text-decoration: underline;">cognitivo</span>, onde se potencializar&aacute; as faculdades do aprendizdevolvendo a ele o lugar que lhe &eacute; de direito, o &ldquo;foco principal e aut&ocirc;nomo doprocesso&rdquo;.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; color: black;">&nbsp;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; color: black;">Denize T. Sucharski,2009</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; color: black;">Denize TeresinhaSucharski &ndash; Pedagoga, Esp. Em Noergopedagogia do Instituto de Noergologia daUnibem, Curitiba/PR</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; color: black;">REFERENCIASBIBLIOGR&Aacute;FICAS</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; color: black;">Bettoni, J.D. Revolu&ccedil;&atilde;ode Paradigma na Psicologia. Curitiba: Alexandria, 1999.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; color: black;">Lent, R. Cem Bilh&otilde;es deNeur&ocirc;nios: Conceitos Fundamentais de Neuroci&ecirc;ncias. S&atilde;o Paulo: Atheneu, 2005</span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; color: black;">Mariotti, H. A<span>utopoiese,&nbsp; cultura&nbsp; e&nbsp;sociedade. S&atilde;o Paulo. Geocities, 1999</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; color: black;">Morin, Edgar. Os setesaberes necess&aacute;rios &agrave; educa&ccedil;&atilde;o do futuro. Tradu&ccedil;&atilde;o: Silva e Sawaya. Ed. 5&ordf;.Cortez. S&atilde;o Paulo, 2002</span><span style="font-family: Arial; color: black;">.</span></p>]]></description>            <pubDate>Tue, 30 Jun 2009 12:42:09 +0100</pubDate>        </item>        <item>            <title>Acenda esta idéia: respeite o sol, apagando o farol</title>            <link>http://noergologia.blogcindario.com/2009/06/00002-acenda-esta-ideia-respeite-o-sol-apagando-o-farol.html</link>            <description><![CDATA[<meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type" /><meta content="Word.Document" name="ProgId" /><meta content="Microsoft Word 11" name="Generator" /><meta content="Microsoft Word 11" name="Originator" /><link href="file:///C:\DOCUME~1\ADMINI~1\CONFIG~1\Temp\msohtml1\01\clip_filelist.xml" rel="File-List" /><link href="file:///C:\DOCUME~1\ADMINI~1\CONFIG~1\Temp\msohtml1\01\clip_editdata.mso" rel="Edit-Time-Data" /><!--[if !mso]><style>v\:* {behavior:url(#default#VML);}o\:* {behavior:url(#default#VML);}w\:* 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underline;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;;">CI&Ecirc;NCIA PERCEPTIVA APLICADA AO CORRETO USO DOSFAR&Oacute;IS VEICULARES</span></span></p><p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Prof. Jacob Bettoni &ndash; Diretor do Instituto de Pesquisas em Mecanismos Perceptivosdo Instituto de Noergologia da UNIBEM; Autor do livro Revolu&ccedil;&atilde;o de Paradigma naPsicologia; Coordenador do Curso de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Noergologia da UNIBEM; DiretorCient&iacute;fico da ANINPA &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o Nacional de Pesquisa e Preserva&ccedil;&atilde;o Ambiental</span></p><p align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">&nbsp;</span></p><p align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 35.45pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;;">PRE&Acirc;MBULO</span></span></strong></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;;">Seriabizarro um Projeto Lei obrigando que determinado procedimento t&eacute;cnico criado compesquisas cient&iacute;ficas devesse obedecer a uma crendice popular ou algo sem p&eacute; enem cabe&ccedil;a do tipo: <em>&ldquo;Durante cirurgias decataratas o profissional fica obrigado a cantar a m&uacute;sica Parab&eacute;ns a Voc&ecirc;&rdquo;.</em></span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;;">Essabizarrice est&aacute; acontecendo no &ldquo;ousad&iacute;ssimo&rdquo; Congresso Brasileiro: um o outro parlamentar,que jamais estudou a ci&ecirc;ncia perceptiva, sonha com a fa&ccedil;anha de superar DonQuixote na ingl&oacute;ria tentativa de obrigar por decreto que os mecanismosperceptivos do sistema mente-cerebro deixem de obedecer &agrave;s milenares leisnaturais e passem a obedecer ao que determina o seu projeto exigindo far&oacute;issempre acesos independente do cen&aacute;rio e do contexto.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;;">Osdonos do sistema mente-cerebro, ou seja, os motoristas, at&eacute; podem ser avisadosdessa fa&ccedil;anha. Mas &ldquo;sua excel&ecirc;ncia&rdquo; est&aacute; esquecendo-se de acrescentar um incisoindicando como avisar o c&oacute;rtex visual, a gl&acirc;ndula Pineal, o nervo &oacute;tico, assinapses e todo o sistema no&eacute;rgico que a partir de agora eles n&atilde;o podem maisfuncionar de acordo com as milenares leis naturais do seu mecanismo devendo sesubordinar aos interesses da m&aacute;quina automobil&iacute;stica.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;;">&Eacute; osujeito perceptivo que deve ajoelhar-se perante o bem supremo do farol, ogrande suzerano, o Homem a servi&ccedil;o da m&aacute;quina. Urge corrigir essa invers&atilde;o devalores, trazendo o sujeito perceptivo para o primeiro plano e criando umsistema em que o tr&acirc;nsito e o farol devem subordinar-se aos interesses dosujeito perceptivo. </span><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;"></span></span></strong></p><p align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 35.3pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</span></span></strong></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.3pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Opre&acirc;mbulo e a longa experi&ecirc;ncia com pesquisa cient&iacute;fica dos mecanismosperceptivos &aacute; luz da interface pensamento-c&eacute;rebro sugere que <em>S&oacute; com mais luz no saber, usaremos menos luzno farol.</em></span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.3pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Desorte que a melhor maneira de proteger a sociedade brasileira contra ospreju&iacute;zos culturais, ecol&oacute;gicos, psicol&oacute;gicos, financeiros, cerebrais,rodovi&aacute;rios e humanos provocados pelo uso indiscriminado dos far&oacute;is veiculares&eacute; a difus&atilde;o das descobertas da ci&ecirc;ncia perceptiva. </span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.3pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Essaapostila &eacute; um resumo de ci&ecirc;ncia perceptiva aplicada ao correto uso dos far&oacute;is. </span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.3pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Aespecializa&ccedil;&atilde;o em mecanismos perceptivos &eacute; pouco difusa at&eacute; mesmo na comunidadecient&iacute;fica. Isso criou um clima prop&iacute;cio a que o analfabetismo perceptivo,explorado pelos interesses argent&aacute;rios dos lobistas do aftermarketing, contassecom o apoio ou s&oacute; acr&iacute;tico ou tamb&eacute;m corrupto de alguns pol&iacute;ticos, que passarama defender o uso abusivo e indiscriminado dos far&oacute;is noturnos durante o diatropical brasileiro, quando at&eacute; nos pa&iacute;ses n&oacute;rdicos o farol noturno &eacute; proibidodurante o dia, permitindo-se apenas o farol diurno, o DRL. <span>&nbsp;</span></span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.3pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">AAssocia&ccedil;&atilde;o de motoristas americanos est&aacute; pedindo a proibi&ccedil;&atilde;o do pr&oacute;prio faroldiurno, do pr&oacute;prio DRL. Isso porque tanto o farol noturno quando o DRL quandousados fora do que a ci&ecirc;ncia perceptiva recomenda, trazem gravespreju&iacute;zos.<span>&nbsp; </span>Isso porque a percep&ccedil;&atilde;oobedece &agrave; teoria geral da Relatividade perceptiva de hoffding, o que exige queos far&oacute;is imitem uma fotoc&eacute;lula, acendendo ou apagando sempre contracenando coma luminosidade do cen&aacute;rio.<span>&nbsp; </span>Por isso, ouso dos far&oacute;is de forma mecanicista trafega na total contram&atilde;o da ci&ecirc;nciaperceptiva. O rem&eacute;dio para essa calamidade social e cultural &eacute; EDUCA&Ccedil;&Atilde;O.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.3pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">&nbsp;</span></p><p align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 35.3pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">CONHECENDOO TEMA</span></span></strong></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">FAROL &Eacute; COMO ENERGIA AT&Ocirc;MICA: </span></strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">se bem usado faz bem, se mal usado torna-seuma perigosa arma. Pode tanto pode matar quanto salvar vidas: tudo vai dependerdo MODO DE USO. N&atilde;o caia no conto da panac&eacute;ia do farol aceso.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">MODOS DE USO DOS FAR&Oacute;IS: </span></strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Far&oacute;is veiculares podem ser utilizados de dois modos: o modointeligente e o modo mecanicista ou indiscriminado.<strong></strong></span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">MODO INDISCRIMINADO OU MECANICISTA</span></strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">: far&oacute;isindiscriminadamente sempre acesos independente da luminosidade ambiente.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">MODO INTELIGENTE: </span></strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">imita a fotoc&eacute;lula que acende ou apaga <span style="text-decoration: underline;">relativamente</span> &agrave;luminosidade ambiente. Acende ao entrar no t&uacute;nel escuro e apaga logo ao sair.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">CATEGORIAS DE FAR&Oacute;IS: FAROL NOTURNO E FAROL DIURNO OU DRL. FAROLNOTURNO: </span></strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">farolcom alta intensidade luminosa pr&oacute;prio para uso exclusivo durante a noite.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">DRL</span></strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">: farol de baixa luminosidade para uso diurno criado pela press&atilde;opopular revoltada contra o inc&ocirc;modo provocado pelo uso diurno do farol noturno,em pa&iacute;ses onde as condi&ccedil;&otilde;es atmosf&eacute;ricas indicam o uso de dispositivo luminosodiurno. Enquanto aqui no Brasil alguns retardat&aacute;rios defendem o criminoso usodiurno do velho farol noturno, a associa&ccedil;&atilde;o nacional de motoristas americanospede o fim do DRL, ou seja, do pr&oacute;prio farol de baixa luminosidade. Se o faroldiurno dotado de baixa luminosidade atrapalha imagine a luz do nosso farolconvencional noturno sob sol tropical.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">QUAL &Eacute; O MODO CORRETO? </span></strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">O modo inteligente traz seguran&ccedil;a ao tr&acirc;nsito, porque obedece &agrave;Teoria Geral da Relatividade de Einstein e a todas as descobertas da percep&ccedil;&atilde;oenvolvendo a interface mente-cerebro. J&aacute; o Modo Indiscriminado est&aacute; nacontram&atilde;o da Teoria da Relatividade e de todas as descobertas perceptivasprovocando graves preju&iacute;zos ao tr&acirc;nsito, ao motorista e ao meio ambiente.<strong> </strong></span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">&nbsp;</span></strong></p><p align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 35.3pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;"><span style="text-decoration: none;">&nbsp;</span></span></span></strong></p><p align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 35.3pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">PARECE,MAS N&Atilde;O &Eacute;!</span></span></strong></p><p class="MsoNormal" style="margin-left: 17pt; text-align: justify; text-indent: -14.15pt;"><!--[if !supportLists]--><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;"><span>1)<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;">&nbsp; </span></span></span></strong><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Contemplandoo por do sol do alto de um penhasco a beira do oceano, <strong>parece</strong> que o sol gira em torno da terra. Mas n&atilde;o &eacute;.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-left: 17pt; text-align: justify; text-indent: -14.15pt;"><!--[if !supportLists]--><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;"><span>2)<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;">&nbsp; </span></span></span></strong><!--[endif]--><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Parece</span></strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">certo que enxergamos com os olhos, que uma mulher pelada chama mais aten&ccedil;&atilde;o doque uma mulher vestida e que toda a frota com far&oacute;is acesos melhora a aten&ccedil;&atilde;odos motoristas.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-left: 17pt; text-align: justify; text-indent: -14.15pt;"><!--[if !supportLists]--><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;"><span>3)<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;">&nbsp; </span></span></span></strong><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">&Eacute;a terra que &oacute;rbita o sol e n&atilde;o vice-versa.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-left: 17pt; text-align: justify; text-indent: -14.15pt;"><!--[if !supportLists]--><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;"><span>4)<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;">&nbsp; </span></span></span></strong><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">N&atilde;oenxergamos com os olhos, enxergamos com o c&eacute;rebro.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-left: 17pt; text-align: justify; text-indent: -14.15pt;"><!--[if !supportLists]--><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;"><span>5)<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;">&nbsp; </span></span></span></strong><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Olhoss&atilde;o apenas transdutores de ondas eletromagn&eacute;ticas em impulsos neurais.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-left: 17pt; text-align: justify; text-indent: -14.15pt;"><!--[if !supportLists]--><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;"><span>6)<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;">&nbsp; </span></span></span></strong><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Parao c&eacute;rebro n&atilde;o valem as leis da F&iacute;sica, do tipo quanto mais luz melhor a vis&atilde;o. </span></p><p class="MsoNormal" style="margin-left: 17pt; text-align: justify; text-indent: -14.15pt;"><!--[if !supportLists]--><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;"><span>7)<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;">&nbsp; </span></span></span></strong><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Far&oacute;is sempre acesos seriauma id&eacute;ia excelente se a vis&atilde;o fosse processada pelos olhos. Mas como a vis&atilde;o &eacute;processada pelo c&eacute;rebro far&oacute;is indiscriminados trazem graves preju&iacute;zos, porquep</span><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">ara o c&eacute;rebro n&atilde;o valem as leis da F&iacute;sica, mas s&oacute; as leis universais defuncionamento do sistema nervoso, em que <strong>apercep&ccedil;&atilde;o se otimiza com o est&iacute;mulo mediano e se deteriora com qualqueroverdose estimular</strong>. Isso &eacute; que estabelece a diferen&ccedil;a entre m&uacute;sica ebarulho, entre degusta&ccedil;&atilde;o e porre e entre ilumina&ccedil;&atilde;o e polui&ccedil;&atilde;o luminosa.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-left: 17pt; text-align: justify; text-indent: -14.15pt;"><!--[if !supportLists]--><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;"><span>8)<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;">&nbsp; </span></span></span></strong><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Mulherpelada n&atilde;o chama aten&ccedil;&atilde;o numa praia de nudismo onde a nudez &eacute; a regrapredominante. Nesse caso chamaria aten&ccedil;&atilde;o se estivesse vestida<strong>. </strong>Igualmente far&oacute;is deixam de chamaraten&ccedil;&atilde;o quando toda a frota est&aacute; com far&oacute;is acesos. J&aacute; o uso do farol demaneira seletiva e exclusiva para &ocirc;nibus e motos chamar&aacute; aten&ccedil;&atilde;o.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">&nbsp;</span></strong></p><p align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">O QUE &Eacute; LUZ?</span></span></strong></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">LUZ</span></strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">&eacute; a faixa de radia&ccedil;&atilde;o eletromagn&eacute;tica entre 3800 e 7600&ordf;. Abaixo de 3800&ordf; temosultravioleta, raios-X, raio gama; acima temos infravermelho, microondas e ondasde r&aacute;dio. <strong>Radia&ccedil;&atilde;o eletromagn&eacute;tica:</strong> origina-se da acelera&ccedil;&atilde;o de cargasel&eacute;tricas do el&eacute;tron dentro do &aacute;tomo.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">EM QUE CONSISTE A</span></strong><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;"> PERCEP&Ccedil;&Atilde;O DA LUZ</span></strong></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Farol aceso &eacute; uma coisa.Percep&ccedil;&atilde;o do farol &eacute; outra inteiramente distinta: <em>O mundo percebido n&atilde;o &eacute; id&ecirc;ntico ao mundo f&iacute;sico (</em>JulianHochenberg).</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">PERCEP&Ccedil;&Atilde;O </span></strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">&eacute; o processamento ativo transdutivo exclusivo de informa&ccedil;&otilde;es,atrav&eacute;s do que criamos nossas dimens&otilde;es de realidade; <strong>TRANSDU&Ccedil;&Atilde;O</strong>:convers&atilde;o, decodifica&ccedil;&atilde;o ou transforma&ccedil;&atilde;o de <span>mat&eacute;ria</span>, <span>energia </span>einforma&ccedil;&atilde;o de uma complei&ccedil;&atilde;o para outra: energia mec&acirc;nica em t&eacute;rmica, solar emel&eacute;trica, mental em neural, eletromagn&eacute;tica em neural, hidr&aacute;ulica em el&eacute;trica; <strong>TRANSDUTOR</strong>:Aparelho gerador de <span>transdu&ccedil;&atilde;o</span>.Os <span>&oacute;rg&atilde;os dos sentidos </span>s&atilde;otransdutores que decodificam freq&uuml;&ecirc;ncia eletromagn&eacute;tica em <span>energia</span> neural, possibilitando o seuprocessamento cerebral e a comunica&ccedil;&atilde;o intra e inter organ&iacute;smica.Decodificadores populares s&atilde;o: a fotoc&eacute;lula que acende a luz ao anoitecer eapaga ao amanhecer; a TV, que transduz freq&uuml;&ecirc;ncia eletromagn&eacute;tica em imagem; or&aacute;dio (idem em som) e os micros que s&atilde;o constitu&iacute;dos de v&aacute;rias interfaces detransdu&ccedil;&atilde;o.</span></p><p class="MsoBodyTextIndent2" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">PERCEP&Ccedil;&Atilde;O N&Atilde;O REPRODUZ, NEMREPRESENTA, NEM RE-PRESENTA: CRIA</span></span></strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">: Como percep&ccedil;&atilde;o &eacute; processamento ativo criativo transdutivo. &Eacute;incorreto dizer que ela &eacute; uma representa&ccedil;&atilde;o, porque ela n&atilde;o substitui nada. Sepercep&ccedil;&atilde;o n&atilde;o reproduz poderia ent&atilde;o representar uma imagem fotogr&aacute;fica domundo exterior? Esta id&eacute;ia do s&eacute;culo passado foi abandonada porque a cria&ccedil;&atilde;ono&eacute;rgica &eacute; algo totalmente diferente do que existe no mundo f&iacute;sico: as ondas de650<sup>Na</sup> do mundo f&iacute;sico aqui no meu mundo no&eacute;rgico s&atilde;o degustadas comocor vermelha. No mundo f&iacute;sico n&atilde;o existe cor, tanto quanto os 650a n&atilde;o existemno mundo perceptivo. &Eacute; verdade que existe no mundo conceitual que foi criadopelo mundo perceptivo, mas que &eacute; claramente distinto dele, como nos ensina otri&acirc;ngulo Eccles-Popper.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Poderia ser a percep&ccedil;&atilde;o uma<span>re-apresenta&ccedil;&atilde;o</span>, isto &eacute;,apresenta&ccedil;&atilde;o de novo? Tamb&eacute;m n&atilde;o. Perceber n&atilde;o &eacute; reproduzir, representar, nemre-apresentar o mundo f&iacute;sico, &eacute; criar uma dimens&atilde;o no&eacute;rgica nova, um mapamental essencialmente diferente do mundo f&iacute;sico. Aqui tamb&eacute;m vale o slogan <span>nunca confunda mapa com territ&oacute;rio.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">&nbsp;</span></p><p align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">TESTE DE CONHECIMENTO PERCEPTIVO: CERTO OU ERRADO?</span></span></strong></p><p class="MsoNormal" style="margin-left: 17pt; text-align: justify; text-indent: -14.15pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;"><span>1.<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;">&nbsp; </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Umfarol aceso a um metro dos seus olhos sadios, sem nada que o perturbe, ser&aacute;obrigatoriamente enxergado por voc&ecirc;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-left: 17pt; text-align: justify; text-indent: -14.15pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;"><span>2.<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;">&nbsp; </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Prestamosmais aten&ccedil;&atilde;o no tr&acirc;nsito se todos os far&oacute;is veiculares estiverem acesos</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-left: 17pt; text-align: justify; text-indent: -14.15pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;"><span>3.<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;">&nbsp; </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Somentecom os olhos &eacute; que conseguimos enxergar</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Pesquisa realizada com pessoas de diversas camadas sociais e n&iacute;veisculturais indicou que 95% dos entrevistados consideraram corretas as tr&ecirc;safirmativas acima; 3% indicaram uma das quest&otilde;es como errada e apenas 2%consideraram todas as respostas rigorosamente erradas.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Uma coincid&ecirc;ncia admir&aacute;vel &eacute; que 55% das pessoas que classificaram comoCERTAS as tr&ecirc;s quest&otilde;es tamb&eacute;m s&atilde;o favor&aacute;veis ao uso cont&iacute;nuo dos far&oacute;isveiculares. Mostraram-se contr&aacute;rias ao uso diurno indiscriminado dos far&oacute;is100% dos que perceberam serem erradas todas as tr&ecirc;s quest&otilde;es.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">De sorte que existe uma rela&ccedil;&atilde;o inversa entre conhecimento dosmecanismos perceptivos e a id&eacute;ia de que far&oacute;is veiculares diurnos usadosindiscriminada e continuamente seriam ben&eacute;ficos ao tr&acirc;nsito. Por outro lado &eacute;direta a rela&ccedil;&atilde;o entre conhecimento dos mecanismos percerptivos e condena&ccedil;&atilde;otaxativa do uso engessado e mecanicista dos far&oacute;is veiculares.</span></p><p align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 35.3pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">ESCLARECENDOAS TR&Ecirc;S QUEST&Otilde;ES</span></span></strong></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.3pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Umfarol aceso a um metro de dist&acirc;ncia dos seus olhos sadios, sem nada que operturbe ser&aacute; obrigat&oacute;riamente enxergado por voc&ecirc;.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.3pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Estahip&oacute;tese foi refutada empiricamente num experimento induzido pelo Dr. Conrad GMuller, da Universidade da Calif&oacute;rnia: uma luz permaneceu acesa a um metro dedist&acirc;ncia de pessoa com olhos sadios. Um jogo de espelhos obrigava o sujeito aenxergar apenas e exclusivamente a l&acirc;mpada acesa. Ap&oacute;s sessenta segundos l&aacute;continuava o sujeito olhando para a l&acirc;mpada, que continuava acesa, por&eacute;m apessoa come&ccedil;ou a informar que n&atilde;o mais estava enxergando aquela luz.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.3pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Essefen&ocirc;meno &eacute; conhecimento como o ENUNCIADO DA CEGUEIRA FOCAL DE MULLER. Essacegueira focal acontece por uma s&eacute;rie de raz&otilde;es, entre as quais podemosrelacionar: a) a Lei da Aten&ccedil;&atilde;o ao Est&iacute;mulo Mutante; b) a vis&atilde;o cerebral comoprocesso ativo de cria&ccedil;&atilde;o; c) a cronaxia.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.3pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Resumindo:a) na realidade n&oacute;s n&atilde;o enxergamos com os olhos. No moderno conceitoperceptivo, olhos s&atilde;o apenas transdutores. Quem realmente enxerga &eacute; o c&eacute;rebro,especialmente o lobo occipital. Todas as percep&ccedil;&otilde;es s&atilde;o processos ativos e n&atilde;opassivos. Ou seja, a apresenta&ccedil;&atilde;o do est&iacute;mulo luminoso n&atilde;o garante a percep&ccedil;&atilde;o.O que garante a percep&ccedil;&atilde;o &eacute; o processamento ativo das informa&ccedil;&otilde;es transduzidaspelos olhos.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.3pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Esseprocessamento obedece &agrave;s leis perceptivas &ldquo;no&eacute;rgicas&rdquo;, ou seja, pertencentes aosistema mente-c&eacute;rebro. Uma dessas leis cient&iacute;ficas &eacute; a Lei da Aten&ccedil;&atilde;o, cujoenunciado diz: &ldquo;75% de todo o nosso sistema de aten&ccedil;&atilde;o perceptiva procura osest&iacute;mulos mutantes e apenas 25% do nosso sistema perceptivo processa osest&iacute;mulos constantes&rdquo;</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.3pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Umexemplo popular ilustra esse mecanismo. Qual a mulher que chama mais aten&ccedil;&atilde;o:uma mulher de vestido longo, de biqu&iacute;ni ou pelada?</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.3pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Popularmenteimagina-se que a mulher pelada chama mais aten&ccedil;&atilde;o. Mas quem pensa assim cometeo mesmo tipo de erro dos defensores do farol diurno sempre aceso: o quedesperta nossa aten&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; nem farol aceso de dia e nem mulher pelada. Tudovai depender do contexto, do cen&aacute;rio: mulher pelada l&aacute; na praia de nudismo doPinho, n&atilde;o chama aten&ccedil;&atilde;o. Todavia, mulher de vestido longo na praia de nudismodesperta grande aten&ccedil;&atilde;o, assim como uma mulher pelada na rua XV tamb&eacute;m chamariaexpressiva aten&ccedil;&atilde;o: elas chamam nossa aten&ccedil;&atilde;o quando constituem naquele cen&aacute;rioo est&iacute;mulo mutante dentro do seu cen&aacute;rio. A mesma mulher de vestido longo narua XV n&atilde;o desperta a aten&ccedil;&atilde;o generalizada, tanto quanto a mulher pelada tamb&eacute;mn&atilde;o desperta aten&ccedil;&atilde;o generalizada na praia de nudismo, j&aacute; que nesse caso elasser&atilde;o apenas EST&Iacute;MULOS PREDOMINANTES. &Eacute; isso que aprendemos com a Lei daAten&ccedil;&atilde;o ao Est&iacute;mulo Mutante de Muller: pelo mesmo mecanismo, todos os far&oacute;isveiculares acesos durante o dia tornam-se ES&Iacute;MULO PREDOMINANTE e, portantoperdem o seu potencial de atrair nossa aten&ccedil;&atilde;o. Todavia, alguns far&oacute;is acesosde dia &ndash; por exemplo, far&oacute;is de &ocirc;nibus e motos &ndash; num cen&aacute;rio com todos osdemais far&oacute;is apagados, assumem a condi&ccedil;&atilde;o de EST&Iacute;MULO MUTANTE e nesse caso s&atilde;oben&eacute;ficos.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.3pt;"><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">TEORIA GERAL DA RELATIVIDADE DEEINSTEIN</span></strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">: o uso correto dos far&oacute;is &eacute; o modo fotoc&eacute;lula.Mais correto ainda se todos os ve&iacute;culos sa&iacute;ssem de f&aacute;brica j&aacute; com fotoc&eacute;lulasinstaladas acendendo e apagando os far&oacute;is em fun&ccedil;&atilde;o relativa ao respectivocen&aacute;rio. Acende quando entra no t&uacute;nel ou na garagem escura e apaga assim quesai do t&uacute;nel. Acende quando entra numa tifa de neblina, apagandoautomaticamente ao sair da neblina. Afinal &eacute; isso que nos ensina a teoria geralda relatividade de Einstein, que foi confirmada como um mecanismo perceptivoconhecido como o: </span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.3pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">ENUNCIADODA RELATIVIDADE PERCEPTIVA DE HOFFDING: Conseq&uuml;entemente, a tese do USOINDISCRIMINADO E CONT&Iacute;NUO DOS FAR&Oacute;IS VEICULARES DIURNOS exige a revoga&ccedil;&atilde;o dev&aacute;rias leis cient&iacute;ficas e at&eacute; mesmo da teoria geral da relatividade. Talvez osmesmo pol&iacute;ticos que j&aacute; revogaram a Lei da Gravidade consigam agora numa manobrade megamensal&atilde;o revogar tamb&eacute;m as Leis Perceptivas.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.3pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Difundirconceitos perceptivos b&aacute;sicos &eacute; a melhor forma de evitarmos a cat&aacute;strofe dagama de preju&iacute;zos gerados pelo uso dos far&oacute;is ANTI-EINSTEIN: preju&iacute;zosecol&oacute;gicos, cient&iacute;ficos, financeiros, psicol&oacute;gicos, incluindo preju&iacute;zos diretosaos motoristas &ndash; ressaltando como v&iacute;timas prediletas os motoqueiros, osviajantes para o leste e para o oeste respectivamente no nascente e no poente eos viajantes noturnos v&iacute;timas da pouca luminosidade dos far&oacute;is veiculares,desgastados com o temer&aacute;rio uso cont&iacute;nuo e indiscriminado.</span></p><h2 style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: black; font-style: normal;">EST&Iacute;MULO MUTANTE CHAMA ATEN&Ccedil;&Atilde;O, N&Atilde;O OFAROL</span></span></h2><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Andar de farol aceso em diade sol recebe a advert&ecirc;ncia de outros motoristas. Este fato verdadeiro foiusado para tirar uma conclusiva falsa: A sinaliza&ccedil;&atilde;o que o motorista experientedireciona a quem anda de farol aceso em dia de sol quer dizer: <strong><em>apagueo farol e ponha &oacute;culos de sol! Voc&ecirc; est&aacute; me incomodando!</em></strong> Algunsesp&iacute;ritos acr&iacute;ticos e marginalizados do progresso feito nas pesquisas domecanismo da percep&ccedil;&atilde;o, tendo por &uacute;nica fonte de informa&ccedil;&atilde;o a pr&oacute;pria m&iacute;dia,conclu&iacute;ram da&iacute; que se todos os far&oacute;is ficassem continuamente acesos o alertaseria geral. O Dr. Conrad Muller refutou empiricamente esta hip&oacute;tese e Pieronensina que neste caso, geral ser&aacute; a irrita&ccedil;&atilde;o, o stress, n&atilde;o a aten&ccedil;&atilde;o. O quechama a aten&ccedil;&atilde;o num cen&aacute;rio &eacute; sempre o <strong>est&iacute;mulomutante</strong>, n&atilde;o o farol, esteja ele aceso ou apagado. Este conceito &eacute; mais bemexpresso na descoberta na Lei do Est&iacute;mulo Mutante de Conrad Muller:<strong></strong></span></p><p class="linhadeateno" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="color: black; font-weight: normal;">&frac34; </span><span style="color: black;">dos sensores visuais buscamcontinuamente o estimulo mutante e apenas &frac14; fixa o est&iacute;mulo predominante. </span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Isto significa que, numcen&aacute;rio com todos os ve&iacute;culos de farol apagado, alguns <em>pouqu&iacute;ssimos</em> ve&iacute;culos de farol ligado constituem est&iacute;mulo mutante.O novo c&oacute;digo foi s&aacute;bio ao estipular que apenas &ocirc;nibus e motos trafeguem comfar&oacute;is acessos. O que chama aten&ccedil;&atilde;o &eacute; a caracter&iacute;stica mutante do estimulo en&atilde;o o farol aceso em si. Umasinaliza&ccedil;&atilde;o intermitente no teto em alguns ve&iacute;culos, uma pintura diferenciadacomo os t&aacute;xis usam, far&aacute; o mesmo feito de forma n&atilde;o agressiva. Se umaquantidade razo&aacute;vel de carros acender os far&oacute;is acesos ou usar sinalizador deteto ou pintura grandemente diferenciada, o farol aceso, o sinalizador ou apintura diferenciada deixar&aacute; de pertencer &agrave; categoria de est&iacute;mulo <strong>mutante</strong>, passando para est&iacute;mulo <strong>predominante</strong>. Como conseq&uuml;&ecirc;ncia taisest&iacute;mulos perdem automaticamente o interesse de &frac34; dos nossos sensores visuais.E de lambuja, no caso do farol aceso, passam a perturbar a otimiza&ccedil;&atilde;operceptiva decorrente da overdose estimular.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">O padr&atilde;o mutante j&aacute; est&aacute;garantido no cen&aacute;rio do tr&acirc;nsito brasileiro: Excelente luminosidade <strong>reflexa </strong>mostra carros de v&aacute;riospadr&otilde;es, formatos, tamanhos e cores. Apenas &ocirc;nibus e motos com farol diurnoefetivamente chamam a aten&ccedil;&atilde;o, por estarem <strong>diferenciadosno cen&aacute;rio: n</strong>&atilde;o &eacute; o farol que chama aten&ccedil;&atilde;o. &Eacute; o est&iacute;mulo mutante. Luzintermitente no teto ou pintura diferenciada chamam a mesma aten&ccedil;&atilde;o, n&atilde;oagressivamente. Se incluirmos nesta categoria um n&uacute;mero maior de ve&iacute;culos,perturbaremos a caracter&iacute;stica mutante transformando-a em perturba&ccedil;&atilde;o visual. </span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Muller testou a prefer&ecirc;nciavisual pelo estimulo mutante, descobrindo que a vista se recusa a enxergar oest&iacute;mulo fixo e permanente. Mantendo a mesma imagem com um jogo de espelhosdurante apenas um minuto surgiu o fen&ocirc;meno da <strong>cegueira focal</strong>. O est&iacute;mulo continuava l&aacute; a um metro, mas n&atilde;o eramais visto.</span></p><p align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;"><span style="text-decoration: none;">&nbsp;</span></span></span></strong></p><p align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">CAUSA DEACIDENTES DIURNOS, EM RETAS E COM TEMPO BOM: DISTOR&Ccedil;&Atilde;O PERCEPTIVA E N&Atilde;O FALTA DEVISIBILIDADE</span></span></strong></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Inobstante desconhecidas epouco citadas, pesquisas feitas por cientistas internacionais e brasileirosdeterminam que as verdadeiras causas do efeito acidente em retas, ao inv&eacute;s defalta de visibilidade s&atilde;o: (a) distor&ccedil;&atilde;o da percep&ccedil;&atilde;o proximal e distal; (b)antecipa&ccedil;&atilde;o cognitiva por prontid&atilde;o perceptiva.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Pesquisa dos Drs. Jos&eacute;Silva e Rozestraten sobre o tema<a href="#_ftn1" name="_ftnref1"><span class="MsoFootnoteReference"><span><!--[if !supportFootnotes]--><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">[1]</span></span><!--[endif]--></span></span></a> estabelecem as verdadeirasraz&otilde;es de tantos acidentes em retas, de dia, com tempo bom. Trata-se dofen&ocirc;meno de <strong>distor&ccedil;&atilde;o perceptiva</strong>. &Eacute;um mecanismo natural, fazendo com que, nas ultrapassagens tendemos a <strong>subestimar</strong> o espa&ccedil;o proximal (entrenosso ve&iacute;culo e o que vamos ultrapassar) e a <strong>superestimar</strong> o segmento distal (entre o ve&iacute;culo a ser ultrapassadoe o que vem em sentido contr&aacute;rio). </span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">S&atilde;o princ&iacute;pios b&aacute;sicos daPercep&ccedil;&atilde;o que o mundo no&eacute;rgico n&atilde;o &eacute; igual ao mundo f&iacute;sico. A distor&ccedil;&atilde;operceptiva n&atilde;o &eacute; doen&ccedil;a nem disfun&ccedil;&atilde;o, mas sim um mecanismo perceptivo normal.&Eacute; ele que faz com que o motorista que vai ultrapassar um carro, enquanto outrolhe vem ao encontro, <strong>subestima</strong> adistancia entre o seu carro e o carro que vai ultrapassar (eixo proximal). Aomesmo tempo <strong>superestima </strong>a dist&acirc;nciaentre o carro que vai ultrapassar e o que lhe vem ao encontro (eixo distal).Este duplo erro de avalia&ccedil;&atilde;o perceptiva leva a seguinte situa&ccedil;&atilde;o: o motoristachega a frente do carro que vai ultrapassar, um pouco depois do que pensava; eo carro que lhe vem ao encontro, chega um pouco mais cedo do que ele esperava.Por isto ocorrem tantos acidentes em retas com clima normal. O erro destejulgamento perceptivo, como o pr&oacute;prio nome j&aacute; o enuncia, s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel porque apessoa <strong>viu antes</strong> para calcular depois.Fica aqui claramente descartado o fator falta de visibilidade. </span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Outros estudos revelam que:(a) alguns erros preceptivos decorrem do fen&ocirc;meno da antecipa&ccedil;&atilde;o cognitiva; (b)esta &eacute; acelerada pela prontid&atilde;o percentual; (c) O treino pode ensinar a avaliare a reavaliar as percep&ccedil;&otilde;es; (d) A prontid&atilde;o perceptual guarda uma rela&ccedil;&atilde;odireta com o grau de aten&ccedil;&atilde;o. Ou seja, quanto maior a aten&ccedil;&atilde;o, maior aprontid&atilde;o e mais facilmente pode ocorrer a antecipa&ccedil;&atilde;o cognitiva.</span></p><h2 style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: black; font-style: normal;">FAROL DIURNO INDISCRIMINADO FAZ MAL &Agrave; SA&Uacute;DE.</span></span></h2><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Velho brocardo romano acabade ser confirmado: <em>Virtus in medio:</em> <em>A virtude est&aacute; no meio termo</em>. Aspercep&ccedil;&otilde;es se otimizam com o est&iacute;mulo mediano. Muller descobriu que asensibilidade visual <strong>melhora mil vezescom um est&iacute;mulo m&eacute;dio comparado a um est&iacute;mulo extremo.</strong></span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">O aumento ou sobreposi&ccedil;&atilde;ode est&iacute;mulos (luz artificial mais luz natural) produz melhoria perceptiva <strong>s&oacute; no primeiro momento</strong>, s&oacute; no come&ccedil;o dodia ou da viagem. A partir da&iacute; a sensibilidade estaciona, come&ccedil;a a declinar etermina provocando o fen&ocirc;meno da fadiga seguida de <em>stress</em>. Aqui a conex&atilde;o cortisol &eacute; ligada.<span>&nbsp; </span>Neste est&aacute;gio quanto mais est&iacute;mulo, menorsensibilidade. E vice-versa. O uso permanente confunde quantidade de est&iacute;mulocom qualidade perceptiva. Decorre da ignor&acirc;ncia do princ&iacute;pio de que a sensibilidade&eacute; uma rec&iacute;proca do est&iacute;mulo.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Ensina o Neurologista PaulChauchard: C&eacute;rebro s&oacute; funciona bem em condi&ccedil;&otilde;es medianas. Qualquer extremo &eacute;mal&eacute;fico. At&eacute; oxig&ecirc;nio em demasia &eacute; t&oacute;xico. Quem v&ecirc; n&atilde;o s&atilde;o os olhos. <strong>Quem v&ecirc; &eacute; o c&eacute;rebro</strong>. Ouvidos ou olhoss&atilde;o apenas decodificadores de freq&uuml;&ecirc;ncia eletromagn&eacute;tica em impulsos neurais.Decodificada a freq&uuml;&ecirc;ncia eletromagn&eacute;tica em linguagem neural, passam a valeras leis universais do sistema nervoso: a <strong>Leido Tudo ou Nada de Writts, </strong>o princ&iacute;pio da <strong>neurobiotaxe</strong> e do <strong>Per&iacute;odoRefrat&aacute;rio</strong>. &Eacute;, pois a <strong>percep&ccedil;&atilde;ocerebral</strong> e <strong>no&eacute;rgica (</strong>da&iacute; o termo<strong> poluente cerebral)</strong>, que estabelece adiferen&ccedil;a entre:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; vertical-align: baseline;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;"><span>*<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</span></span></span><!--[endif]--><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">M&uacute;sica e barulho; Som epolui&ccedil;&atilde;o sonora; Degusta&ccedil;&atilde;o e porre; Ilumina&ccedil;&atilde;o e irrita&ccedil;&atilde;o; Prote&ccedil;&atilde;o epolui&ccedil;&atilde;o luminosa</span></strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">. O efeito bebedeira &eacute; cerebral e sensitivo, obedecendo a leisuniversais do sistema nervoso. N&atilde;o h&aacute; diferen&ccedil;a entre defender o uso permanenteda buzina ou o uso cont&iacute;nuo e indiscriminado do farol diurno. Ambos ospoluentes s&atilde;o t&oacute;xicos cerebrais, ambos s&atilde;o degeneradores cerebrais.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Pieron e Muller descobriramque o limiar visual m&iacute;nimo &eacute; um est&iacute;mulo de apenas dez bilion&eacute;simos de vela porcm2. A partir dele nos j&aacute; enxergamos. Nossa luminosidade tropical &eacute; de 150.000velas por cm2. Ora, a disponibilidade de luz reflexa no nosso pa&iacute;s tropical &eacute;um est&iacute;mulo bilh&otilde;es de vezes superior ao limiar m&iacute;nimo necess&aacute;rio paraenxergar.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Vamos simplificar esteracioc&iacute;nio, reduzido-o &aacute; razoabilidade do bom senso: Se uma jamanta necessitade far&oacute;is para ser vista, o que dizer do pedestre? E do c&atilde;o? E do buraco de umaagulha, de uma pulga ou de um mosquito? Tenhamos a humildade de aprender comeste s&aacute;bio an&ocirc;nimo, o pirilampo como usar com sabedoria a luz.</span></p><p align="center" class="MsoNormal" style="margin: 15pt 2.85pt 0.0001pt; text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span lang="EN-US" style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">PROTEIN IN THE EYE REGULATES BODY CLOCK, Discovery, 20/12/2002</span></span></strong></p><p style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span lang="EN-US" style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">A protein in the eye regulates the body's internal clock and its dailycycles, according to Stanford University researchreleased Thursday. The study, published in the current issue of <em>Science</em>magazine, shows that a protein in the retina called Melanopsin transmits to thebrain information on the amount of light in the environment which determinesthe internal body clock. </span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span lang="EN-US" style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Melanopsin captures light and keeps the body tuned toa daily cycle, called a circadian rythm. "It is the key protein in the eyethat sends signals to the clock," said cell biology Professor Steve Kay ofthe Scripps Research Institute, which conducted a parallel research thatconfirmed Stanford Univeristy's conclusions. The clock regulates the body'sdaily cycles, including sleep, hormone production, body temperature and bloodpressure. The researchers used genetically engineered mice to show that themice deprived of melanopsin had a harder time adjusting their natural cycle tothe artificial cycles of light and dark, or day and night. The researcherspointed out that so far their conclusions on Melanopsin is limited to areas oflittle light intensity. </span></p><p align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: center; text-indent: 35.45pt;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">IX - CONCLUS&Atilde;O</span></span></strong></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2.85pt 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">Asdescobertas de Khalsa ensinam mais: a polui&ccedil;&atilde;o luminosa, agregada &agrave;s demais j&aacute;existentes, contribui para a acelera&ccedil;&atilde;o da degenera&ccedil;&atilde;o cerebral nos idosos e aantecipa&ccedil;&atilde;o da velhice cerebral nos jovens. Se for dif&iacute;cil entender, &eacute; bomlembrar: at&eacute; <em>&aacute;gua mole em pedra dura,tanto bate at&eacute; que fura. </em>A consci&ecirc;ncia ecol&oacute;gica preventiva &eacute; mais quenecess&aacute;ria, para alertar e para evitar que esta <strong>bomba rel&oacute;gio</strong> seja disseminada nas avenidas e rodovias do nossoaben&ccedil;oado pa&iacute;s, j&aacute; soberbamente iluminado pela natureza.</span></p><p align="center" class="MsoListNumber2" style="margin: 0cm 0cm 1pt; text-align: center; text-indent: 0cm;"><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;;">&nbsp;</span></strong></p><p align="center" class="MsoListNumber2" style="margin: 0cm 0cm 1pt; text-align: center; text-indent: 0cm;"><strong><span style="font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;;">RESUMO CONDENASADO BIBLIOGR&Aacute;FICO</span></strong></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 1pt 17.85pt; text-align: justify; text-indent: -17.85pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size: 9pt; font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;"><span>1.<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</span></span></span><!--[endif]--><strong><span style="font-size: 9pt; font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">ACKERMANN,Diane</span></strong><span style="font-size: 9pt; font-family: &quot;Bookman Old Style&quot;; color: black;">, 1992. UMA HISTORIA NATURAL DOS SENTIDOS, RJ, Bertrand</span></p><p class="MsoListNumber" style="margin: 0cm 0cm 1pt 17.85pt; text-align: justify; text-indent: -17.85pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size: 9pt; color: black;"><span>2.<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span></span><!--[endif]--><strong><span style="font-size: 9pt; color: black;">BETTONI,Jacob, </span></strong><span style="font-size: 9pt; color: black;">2000 &ndash; REVOLU&Ccedil;&Atilde;O DEPARADIGMA NA PSICOLOGIA, Alexandria.</span></p><p class="MsoListNumber" style="margin: 0cm 0cm 1pt 17.85pt; text-align: justify; text-indent: -17.85pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size: 9pt; color: black;"><span>3.<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span></span><!--[endif]--><strong><span style="font-s]]></description>            <pubDate>Sun, 28 Jun 2009 02:27:07 +0100</pubDate>        </item>    </channel></rss>